ALDO A.RAPHAEL RAIA
1980
a 1988
1980 – em 14 de agosto foi
eleita e empossada a nova diretoria da ACGJ, para o biênio 1980/82, tendo como
presidente o Dr.ALDO A.RAPHAEL RAIA. Em 02 de setembro, realizou-se sua
primeira reunião, com o tema “a disseminação da raça Jersey”. Foi aprovada a
nova redação do Estatuto Social, mudando a denominação oficial para “ASSOCIAÇÃO
DOS CRIADORES DE GADO JERSEY DO BRASIL”, com o mandato da diretoria prorrogado
para três anos. Em 09 de outubro, Gilberto Filgueiras (Spazio Verde –
Urbanizações, Participações e Promoções Imobiliária S/C Ltda) doou instalações
no recinto da Exposição Municipal Agropecuária de Avaré para a ACGJB, sua posse
ocorrendo em 04 de novembro, durante a XVI EMAPA de Avaré-SP, quando aconteceu
a 1ª Expo Paulista de Bovinos da Raça Jersey. Em 26 de de outubro foi mudada a
sede da Associação do antigo pavilhão para a Casa do Fazendeiro, prédio nº 23
do mesmo Parque da Água Branca, publicado no Diário Oficial do Estado de São
Paulo à página 18 em 31 de outubro de 1980. Das acanhadas instalações de então,
surgiu uma ampla e confortável sede, dotada de mobiliário moderno, suficientemente aparelhada para atender às exigências de uma Associação de
caráter nacional, contando com serviços de secretaria, sala para os sócios,
local de reuniões e sala para a diretoria.
1981 – em 02 de julho foi
convocada e realizada a Assembléia Geral Extraordinária, ocorrendo a
alteração parcial estatutária nos capítulos da Administração e do Conselho
Técnico, eleição de novos membro do Conselho Fiscal, aprovação do Regulamento
de Registro Genealógico - este último, por solicitação do dr.LEO GUIMARÃES (representante do MAA na ACGJB), elaborado em conjunto com o dr.Flávio Abrantes e o eng.agr.Carlos G.Rheingantz (ambos diretores técnicos da ACGJRS). Em 01 de dezembro foi formado o NÚCLEO DE CRIADORES DE
GADO JERSEY DE POUSO ALEGRE-MG. O I Leilão Nacional da Raça Jersey foi
realizado em 06 de junho, no Parque da Água Branca-SP, pela Leiloeira Remate.
Foi publicada a 1ª edição do opúsculo Gado Jersey, no mês de julho.
1982 – Ocorreu a I
EXPOSIÇÃO NACIONAL DE GADO JERSEY, no Parque da Água Funda-SP, de 05 a 13 de
junho, com 247 animais de 19 expositores, no evento lançado o material de
marketing decisivo: ALGUMAS RAZÕES PARA PREFERIR O JERSEY. O nome do juiz desse evento será,
posteriormente, incluído nesta postagem. Saliente-se que a I EXPOSIÇÃO NACIONAL assinalou uma
das maiores participações de Jersey em exposições no Brasil, com 247 animais julgados, “as fêmeas exibindo sua
graça, sua delicadeza, seu vasto e generoso úbere, e os machos seu vigor físico
e virilidade”, superada apenas por algumas das grandes mostras anuais em
Esteio/RS (1976, 1977, 1980, 1981 e 1982) sucedendo às históricas exposições no
Parque do Menino Deus a partir de 1971, conforme quadro abaixo (dados oficiais
da Secretaria da Agricultura do RS).
ANO
|
ESTEIO/RS - JUIZ
|
EXPOSITORES
|
JERSEYS
|
1971
|
Alfredo Larosa,Ur.
|
22
|
128
|
1972
|
Alfredo Larosa,Ur.
|
27
|
208
|
1973
|
João PSBochado, RS
|
20
|
154
|
1974
|
Tom H.Bradley, ING
|
28
|
189
|
1975
|
Celso Meirelles, SP
|
26
|
225
|
1976*
|
Severo Gomes, SP
|
28
|
277
|
1977*
|
Manoel CSoares, RS
|
33
|
266
|
1978
|
Frank Stenger, CAN
|
34
|
227
|
1979
|
W.Hoeschell Nt, SC
|
29
|
205
|
1980*
|
Severo Gomes, SP
|
42
|
349
|
1981*
|
M.Cecília G.de Haedo, Ur.
|
46
|
295
|
1982*
|
Keith Bucher, CAN
|
48
|
341
|
Em 01 de dezembro, foi
constituído e registrado o NÚCLEO DOS CRIADORES DE GADO JERSEY DA REGIÃO DA
MANTIQUEIRA-BARBACENA-MG. A Jersey passou a participar com elevado número de
animais expostos, e excelente apresentação, em exposições do interior de SP,
MG, RJ e, nas já tradicionais no RS, chegando a seu auge (Pelotas, Bagé, São Lourenço, Pedro Osório, Taquara, Alegrete, etc).
“Considero nossa missão cumprida. Digo nossa
porque o trabalho não foi apenas meu, porém de toda a Diretoria, integrada por
companheiros que souberam levar a cabo as tarefas que lhes foram atribuídas com
toda a galhardia, nos diversos setores. Todos merecem um voto de louvor pelo
muito que fizeram, sempre com o objetivo primordial de elevar cada vez mais, de
disseminar, de fomentar a raça Jersey, tal sua utilidade para o melhoramento do
padrão zootécnico do rebanho leiteiro nacional”, declarou
Aldo Raia alguns minutos antes de ser reeleito Presidente da ACGJB, por
aclamação perante um grande número de associados como jamais havia ocorrido em
eleições anteriores. Quando Aldo Raia assumiu a presidência, em 1980, existiam
85 sócios diretamente filiados à entidade. Ao terminar seu primeiro mandato, o
número de associados diretos havia passado para 197, num aumento de 232%
indicando o progresso associativo.
1983 – Em 1º de março, Aldo Raia assumiu pela
segunda vez a presidência da ACGJB, para o período 1983/86. “Vamos prosseguir nosso trabalho com o
mesmo entusiasmo demonstrado nos três anos que passaram. Espero continuar recebendo a colaboração de todos, diretores,
associados e funcionários, os quais, irmandados, farão com que atinjamos nossos
elevados objetivos”, declara o presidente reeleito. Encerrada a reunião,
ambiente de euforia. Na parede que dá a frente para a pista de exposições do
Parque Fernando Costa, na Água Branca, o retrato do Dr.Mário Lopes Leão,
ex-presidente, que com muito esforço e luta conseguiu trazer a sede da entidade
para São Paulo, onde realizou uma obra extraordinária.
Ainda em março houve a I
EXPO-LEILÃO DE GADO JERSEY, na Água Branca, com a exibição de animais de
“ótimos sangue e raça”, comercializados por valores deixando vendedores e
compradores satisfeitos. Realizado de 24 a 27de março no Parque da Água Branca-SP, ofertou 80
animais PO e PC. Realizada a II EXPOSIÇÃO NACIONAL DA RAÇA JERSEY, também na
Água Branca, no período de 28 de maio a 06 de junho, com 259 inscritos de 14
expositores julgados pela uruguaia Maria Cecília Gardinal de Haedo.
Em 28 de junho foi enviado, à Binagri-Biblioteca Nacional da
Agricultura, pedido de informações sobre a localização das principais bacias
leiteiras do país e a composição desses rebanhos quanto às raças, com as
indicações sobre o tamanho de cada um deles ( grandes, médios ou pequenos), a
produção de leite de cada região, com a finalidade de avaliar a conveniência e
oportunidade de introdução de machos Jersey nos diversos rebanhos existentes, de
diferentes raças e mestiçagens, para a obtenção do melhoramento da produção
leiteira resultante de cruzamentos dirigidos. A mesma correspondência foi
enviada à Associação dos Produtores de Leite Tipo B, ao Secretário Nacional de
Abastecimento, e ao Sindicato da Indústria de Laticínios de São Paulo.
Em 30 de
junho foi realizada a I EXPOSIÇÃO DE GADO JERSEY DE BARBACENA-MG. Evento que
marcou época na história da Raça Jersey foi o II EXPOLEILÃO DE GADO JERSEY
realizado no Maksoud Plaza Hotel-SP, nos dias 20 a 22 de outubro, quando foram
arrematados 48 machos e fêmeas PO, uma vaca Jersey PO leiloada em favor das
obras sociais do Palácio do Governo do Estado de São Paulo. Em 05 de
outubro foi fundado o NÚCLEO DOS CRIADORES DE GADO JERSEY DO CEARÁ, em
Fortaleza.
1984 – No dia 23 de abril foi celebrado um acordo entre a
ACGJB e a Secretaria da Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo
objetivando o desenvolvimento de programas de trabalhousando a seleção, o
melhoramento zootécnico e o fomento da raça Jersey no Brasil. Realizada a III
EXPOSIÇÃO NACIONAL DA RAÇA JERSEY na Água Funda-SP, comparecendo 298 Jersey PO
e PC de 22 expositores, e o nome do juiz a ser divulgado futuramente nesta
postagem. Em 06 de outubro foi fundado o NÚCLEO DOS CRIADORES DA BAHIA, em
Salvador.
1985 – Foi realizada a IV EXPOSIÇÃO NACIONAL DE GADO JERSEY e
REUNIÃO DO CONSELHO MUNDIAL DO WORLD JERSEY CATTLE BUREAU, no período de 05 a
10 de fevereiro na Água Branca-SP, com 329 animais de 26 expositores, e o nome
do respectivo juiz será posteriormente acrescentado a esta postagem.
Compareceram representantes da África do Sul, Canadá, Dinamarca, Estados
Unidos, Nova Zelândia, Argentina e Ilha de Jersey, comandados pelo presidente
da WJCB – o britânico Derrick Frigot.
1986 – Em 23 de janeiro foram embarcados 20 tourinhos para o
Ceará. Em 26 de fevereiro foi realizada eleição, sendo duas chapas
concorrentes: chapa “Assis Brasil – encabeçada pelo Dr.Antônio Carlos Pinheiro
Machado”, e a chapa “Jersey – tendo o Dr.Aldo Antônio Rafael Raia na
presidência”, vencendo a última para o triênio 1986/89. O número de associados
era de 481. Foi realizada a V EXPOSIÇÃO NACIONAL DE GADO JERSEY, julgada por um
trio de juizes (dos EUA, da África do Sul e da Ilha de Jersey) no período de 17
a 25 de maio, na Água Funda. A Exposição foi inaugurada pelo Ministro da
Agricultura Iris Rezende. Foram julgadas 553 animais de 44 expositores de
vários estados brasileiros, demonstrando a adaptabilidade da raça em todas as
regiões e climas deste país continente. Uma cerimônia emocionante, contando com
a presença do primeiro presidente da ACGJ – Sr.Theodoro Eduardo Duvivier e
esposa, D.Maria Eudoxia – amigos e familiares dos demais homenageados, marcou a
inauguraçao da GALERIA DOS PRESIDENTES DA ACGJB, no dia 23, solenidade
conduzida pelo vice-presidente José Luiz Faria do Amaral que, após emocionado
discurso, solicitou aos familiares que instalassem as respectivas fotos.
Foi
fundado o NÚCLEO DOS CRIADORES DE GADO JERSEY DO PARANÁ, em Curitiba, no dia 26
de novembro, sob a presidência de Geraldo Cesar Cerrano de Almeida. O JERSEY EM
NOTÍCIAS, órgão oficial da ACGJB, passou a ser impresso, dotando os jersistas
de notícias técnicas, políticas e sociais de todo o Brasil relativas à raça
Jersey e à produção leiteira. De 8 a 15 de julho durante a 28ª EXPOSIÇÃO ESTADUAL
DE AGROPECUÁRIA de Belo Horizonte, com a participação de 125 Jersey na argola,
Aldo Raia manteve contatos com o governador Hélio Garcia e o Secretário da
Agricultura e Pecuária de MG, engº agrº José Hamilton Ramalho, conseguindo uma
sala para os jersistas da região de Belo Horizonte centralisarem suas
atividades, há muito reivindicado pelos criadores regionais, . Neste ano foi,
também, assinado convênio entre a ACGJB e a Secretaria da Agricultura do CE
para fornecimento de 100 matrizes Jersey PO. Teve excelente repercussão matéria
da Dra.Elza de Barros Fagundes sobre a raça Jersey, publicada na edição de
abril da revista Globo Rural.
No final de maio, o presidente Aldo Raia esteve
presente à inauguração da sede própria da ACGJRS, a filiada gaúcha, no Parque
de Exposições Ildefonso Simões Lopes – da Associação Rural de Pelotas – em cuja
solenidade manteve contato com o Secretário da Agricultura do RS, o jersista
Dr.João Salvador Souza Jardim, com um significado especial já que os
companheiros gaúchos lutavam há 40 anos por uma sede própria e, aproveitando a
viagem a Pelotas, Aldo Raia prestou justa e carinhosa homenagem à D.Quinquinha
de Assis Brasil.
Em setembro, os criadores mineiros realizaram a II CONVENÇÃO
NACIONAL DOS CRIADORES DE GADO JERSEY, e uma excursão à Ilha de Jersey foi
organizada pela ACGJB.
1987 – Em fevereiro, o
presidente da ACGJB recebeu telex do sr.Larry Kempton - diretor de divulgação
do JCC – dizendo: “Obrigado pela sua
excelente carta de 3 de fevereiro e pelo seu empenho na defesa do interesse dos
seus membros; nas nossas viagens por 10 países fora dos EUA, em 1986, nenhum
deles mostrando o pontencial de expansão da Jersey como ficou evidente no
Brasil. Nós, sinceramente, desejamos colaborar nessa expansão e ver sua
Associação crescer e prosperar”. Foram doados 19 tourinhos para serem
leiloados entre os associados do Sindicato Rural de Goiás, em março, e no dia
23 desse mês foi realizado um encontro de criadores com especialistas do Canadá
divulgando diversas técnicas utilizadas naquele país.
A VI EXPOSIÇÃO NACIONAL
DE GADO JERSEY ocorreu de 18 a 24 de maio, e o juiz foi o eng.agr.Carlos
Guilherme Rheingantz, com 566 animais expostos. Durante a exposição aconteceu o
I CURSO DE JURADOS DA RAÇA JERSEY, credenciando 98 juízes (68 do Estado de SP,
9 de SC, 9 de MG, 4 do RS, 2 do RJ e 1 do CE.
No dia 20 de maio, foi assinado
um termo de convênio entre o Ministério da Agricultura, Secretarias de
Agricultura dos estados, e a ACGJB, visando impulsionar o programa de doação de
machos Jersey de maneira mais ampla e abrangente. Em 17 de setembro foi fundado
o NÚCLEO DE CRIADORES DE GADO JERSEY DO PLANALTO, em Brasília-DF. Em outubro,
foi proposto o Ranking de Exposição, iniciando com a EXPOSIÇÃO DE AVARÉ “XXIII
EMAPA-87”, em dezembro, e finalizando em outubro de 1988 com a EXPOSIÇÃO
NACIONAL DO CINQUENTENÁRIO. Em dezembro, foram 28 tourinhos para Manaus e, em
fevereiro de 1988, seguiram outros 28 para Campo Grande-MS.
1988 – em abril foram doados
10 machos para o NÚCLEO DE UBERADA-MG, 31 para MS, e 45 para BA. Hoje a ACGJB
tem 1092 associados e 3 subdelegadas – Associação de Criadores de Gado Jersey
do RS em Pelotas (presidente: Carlos Alberto T.Petiz), Associação de Criadores
de Bovinos em Curitiba-PR, e Associação Catarinense de Criadores de Bovinos em
Florianópolis.
Em 15 de outubro, exaltando a importância do leite para o
desenvolvimento físico-mental do indivíduo, e enfatizando a constante busca da
eficiência reprodutiva, o Dr.Aldo Raia – presidente da ACGJB – inaugurou a VII
EXPONACIONAL DA RAÇA JERSEY, no parque da Água Funda-SP, com a presença de
representantes de todos os estados de forma a consolidar a Jersey como “RAÇA EM
FRANCA EVOLUÇÃO NO BRASIL”. Foram 664 Jerseys inscritas na última etapa do
“Ranking 88”, julgadas pelo inglês Mr.Alan Cjowdany. Foram premiados criadores
e expositores em 12 eventos regionais tendo, como grande vencedor, o destacado
ANTÔNIO CARLOS PINHEIRO MACHADO (Estância Nova Querência), recebendo o título
de MELHOR CRIADOR DA RAÇA JERSEY NO BRASIL em 1988.
O
CRIADOR ALDO RAIA (artigo na Revista dos Criadores, abril de
1983)
Além das atividades
diretivas na ACGJB, o advogado Aldo Raia ainda encontrava tempo para se dedicar
à Fazenda Limoeiro, dirigida juntamente com o filho Willian Labaki, e
localizada nas vizinhanças da Rodovia Castelo Branco, em Itu-SP.
Nos 60 alqueires da fazenda
encontra-se um excelente rebanho de gado Jersey, todos PO, além de 30.000 pés
bastante produtivos de café (10 alqueires), e 5 alqueires cobertos por matas
naturais.
A sede se encontra entre
gramados e jardins bem cuidados, tendo em anexo piscina e quadra de tênis
cercados por árvores ornamentais plantadas sob orientação de sua esposa.
Segundo palavras do Dr.Raia,
de Willian, e do gerente Omar Di Dio, “a
meta principal é a criação dos bezerros, futuras vacas e reprodutores, e a
manutenção do alto nível do rebanho, sendo o leite e o café considerados como sobra
da produção”. Todos os machos, normalmente o ponto mais crítico nas
criações de gado leiteiro, estão sendo vendidos nesses últimos anos, e muitos
dos compradores retornando para novas aquisições, vindo de encontro à
orientação futura da ACGJB “visando povoar
o Brasil de machinhos Jersey, inserindo-os junto aos criadores e nos
cruzamentos com as fêmeas nativas das várias regiões do país”.
O rebanho está formado por
133 Jersey, sendo 29 vacas POI (importadas da Ilha de Jersey com o touro Lynn’s
Gamboge Ruller em 1979), 14 POI (importadas do Uruguai), 30 vacas crioulas da
fazenda, 10 fêmeas vindas do Rio Grande do Sul, 25 novilhas entre 10 e 18
meses, 24 jovens, além do touro acima citado (filho de Munifordias Gamboge,
considerado em 1980 o melhor touro da Ilha, e neta de Munifordias Oxfordia 4Th
– recordista de produção leiteira com a marca superior a 200 mil libras de
leite).
O touro Lynn’s Gamboge
Ruller deixou grande descendência e, a partir daí, foi complementado pela
inseminação artificial dos touros Valentino, Sleeping Milestone, Stardust
Gemini, Bright Spot, Gay Laddie, Vedas Star Lad e Cardinal, baseado no plano
genético da ABS aplicado pela PECPLAN.
Oito piquetes, todos
cercados por arame liso, contendo bebedouros, cochos para minerais, e alguns
ranchos cobertos de sapé, utilizados em rodízio pelas diversas categorias dos
animais, estão cobertos por capimngola, napiê, braquiária e sectária. O gado pode
ter à disposição rolão de milho e silagem, de acordo com sua categoria e época
do ano, além de ração preparada na fazenda. As 25 vacas em lactação recebem
cerca de 8 kg de ração, e silagem à vontade, produzindo média de 10 litros
diários de leite “B” com 5,5 a 6,0% de gordura.
O rebanho da Limoeiro, de
alta qualificação, tem participado de exposições, alcançando sempre bons
resultados. Na EXPANDE 82 o touro L.G.Ruller obteve o primeiro prêmio, e sua
progênie foi a campeã Progênie de Pai; a vaca Nirvana da Perétua, por sua vez,
foi a Grande Campeã. Na I EXPO NACIONAL DE GADO JERSEY, também em 1982, a
Limoeiro adquiriu a vaca Itacai Bengale por preço recorde brasileiro.
Diversas vacas foram
inscritas no Livro de Escol, como Odalisca da Perpétua, Margareth’s Design, El
Cardenalito 15, e Santa Vallant 2º Royal, por exemplo.











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