ASSOCIAÇÃO DE CRIADORES DE GADO JERSEY DO RS
ACGJRS - JerseyRS (70 anos)
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| Volume único, doado à ACGJRS pelo autor |
Em 02 de setembro de 1948, um grupo de abnegados pecuaristas, e
pessoas de projeção da região de Pelotas (RS), fundou a Associação de Criadores
de Gado Jersey do Rio Grande do Sul - ACGJRS.
Sua história é muito rica e interessante, e a comemoração do seu
septuagésimo aniversário, neste século e milênio em que a vaca Jersey passou a
ser reconhecida, nacional e internacionalmente, como a produtora do leite de
melhor qualidade, de melhor rendimento industrial e de menor custo de produção,
supera de muito aos revezes econômicos do setor leiteiro, que vêm
constantemente ocorrendo por todo o Brasil.
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| Leilão dos 70 anos: Petruzzi no martelo |
Joaquim Francisco de Assis Brasil ao adquirir suas primeiras
Jersey em 1895, trazendo-as para o Brasil no ano seguinte, sabia “estar
introduzindo uma raça nobre, antes de mais nada produtora de um leite gostoso e
consistente cuja gordura amarelada e de grumos especiais proporcionava uma
manteiga bonita e saborosa.” Apreciados pelos europeus, os produtos do
“leite jersey” ganharam ràpidamente a preferência dos gaúchos, cariocas e
cearenses, posteriormente dos demais brasileiros, tornando-se a segunda raça
leiteira em expressão nacional.
Talvez não pensasse nosso patrono que a Jersey chegaria ao lugar
de destaque ocupado atualmente, no final do século XX sendo considerada pela
imprensa especializada norte-americana como “A LEITEIRA DA DECADA 2000”, ou “A
LEITEIRA DO MILÊNIO”.
Em 1905 Assis Brasil iniciou o PEDRAS ALTAS HERD-BOOK, controle
inicial da raça Jersey no Brasil, que no ano de 1915 passou para a Secretaria
de Obras Públicas – Diretoria de Agricultura, Indústria e Comércio do Rio
Grande do Sul.
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Rodrigo Assis Brasil com o primeiro registro da raça Jersey do Brasil:
Pedras Altas Herd-Book |
A raça Jersey foi oficializada no Brasil em 1930, pelo Ministério
da Agricultura, por iniciativa de D.Joaquina de Assis Brasil, filha do
introdutor, sendo os primeiros exemplares brasileiros P.O. da raça Jersey, a
partir do Herd Book de Pedras Altas, nele inscritos.
No Rio de Janeiro, em 1938, foi fundada a Associação dos Criadores
de Gado Jersey-ACGJ, entidade de caráter nacional tendo como presidente Eduardo
Theodoro Duvivier.
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| Eduardo Theodoro Duvivier, presidente da ACGJ - 1938 |
Em 1940, a Prefeitura Municipal de Ijuí já investia na raça
Jersey, adquirindo touros puros que ficavam disponíveis para os criadores que
quizessem utilizá-los no melhoramento de seus plantéis. Neste mesmo ano,
Francis Walter Hime assume a presidência da ACGJ.
Entre 20 a 23 de setembro de 1942, foi realizada a I
EXPOSIÇÃO DE GADO LEITEIRO, em Pelotas, com a raça Jersey presente, com a
seguinte organização: Comissão organizadora: Jurado de Jersey: agrº
Glacy Pinheiro Machado; Secretário: engº agrº Waldemar
Oliveira;
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| 1942, Pelotas - A.C.Pinheiro Machado com suas Jersey |
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Concurso de Ordenhadores: vetº Gaspar F.Teixeira, engº agrº
Waldemar Oliveira, prático rural Samuel de Souza; Concurso Leiteiro: agrº
Acimar Noronha; Marchant, Dr.Hélio Rosa, Dr.Waldemar Sinch; Prát.Rural: Raul
S.de Souza
De Santa Vitória do Palmar, a 24 de novembro de 1944 o Sr.Otávio
Frontino de Souza escreve para o JORNAL SUL DO ESTADO:
“Acaba de ser adquirido, pelos srs.Dr.Cândido
Auch Ribeiro, Dr.Justino Amonte Anacker, Franklin Echeverria, ErnestoMaximila e
Osvaldo Auch, um excelente lote de vacas Jersey do estabelecimento pastoril da
sra.Maria Cecília Bento de Souza (Capão do Leão, Pelotas). É a primeira vez que
entra gado Jersey em Sta.Vitória, segundo nos consta, e é de se crer posto que
o que mais interessa ao homem do campo é o gado de corte. ... É preciso
coragem, muita coragem para introduzir uma raça excencialmente leiteira num
meio em que por rotina só interessa as raças de corte. Aos adquirentes do lote
Jersey, os quais consideramos os pioneiros da indústria do leite neste
município, enviamos os nossos cumprimentos. O lote em apreço foi adquirido por
intermedio do Sr.J.Nelson Ferrari representante, nesta cidade, do
estabelecimento pastoril da Sra.Maria Cecilia Bento de Souza.”
“Concorreram à XXI Exposição, nos dias 2, 3 e 4 do corrente, 9
vaquilhonas Jersey, onde as mesmas foram classificadas em 1º lugar pelo seu
grau de sangue 31/32, produto este vindo da Granja Maria Cecília, de
propriedade do Sr.Otavio Frontino de Souza (Capão do Leão, município de
Pelotas), representante nesta cidade o Sr. J.Nelson Ferrari. Os que adquiriram
os animais foram os seguintes: Sr.Aniceto Rodrigues, Sr.Vita Corrêa, Sr.Rosalvo
Silva, Sr.Serafim C.de Mello e Sr.Amaro Rodrigues. Produto este de grande
produção de leite e manteiga, pode se ter em um pátio, são pequenas, de pouca
alimentação e manças”.
“AGRADECIMENTO: Venho pelo meio destas colunas agradecer o gesto
nobre da maneira carinhosa que tive no meio ruralista nesta cidade, por todas
as pessoas que me foram apresentadas pelo Sr.Nelson Ferrari, não podendo
olvidar o líder ruralista Conrado Guimarães, e também o bondoso Sr.José Leston
que abriu mão de tudo para melhor me servir. Ao meu representante, Sr.Nelson
Ferrari, pelo seu modo sincero e franco, não tenho palavras para agradecer o
mesmo.”
Quarenta e nove anos após a introdução da Jersey por seu pai, D.Joaquina
Francisca de Assis Brasil tornou-se a primeira mulher a julgar um certame rural
no Brasil, justamente na raça Jersey e em Pelotas-RS. O ano era 1945.
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| D.Quinquinha de Assis Brasil |
Incentivados pelo presidente da Sociedade Agrícola de Pelotas,
Dr.Guilherme Echenique Filho, e pelo técnico da Secretaria da Agricultura do RS
responsável pelo registro da raça Jersey no sul do estado, Dr.Mário Burck
Santos, um grupo de pecuaristas da região de Pelotas fundou a Associação de
Criadores de Gado Jersey do Rio Grande do Sul, cabendo à filha de Assis Brasil,
carinhosamente conhecida como “D.Quinquinha”, presidir a primeira diretoria, 52
anos após a entrada da Jersey nos campos gaúchos. Oficializada imediatamente
junto à ACGJ e ao MA, por vários anos alem do registro de seus rebanhos contemplou,
com seu organizado e eficiente trabalho, aos criadores catarinenses,
paranaenses e cearenses, realizando as inspeções e registrando suas Jersey.
Ata de Fundação da Associação de Criadores de Gado Jersey do RS
No
dia primeiro de setembro de 1948, às vinte horas , no salão da Sociedade
Agrícola de Pelotas , à rua 15 de Novembro n º 556, presentes os infrascritos,
foi deliberada a imediata fundação da Associação de Criadores de Gado Jersey do
Rio Grande do Sul. A reunião foi aberta pelo
sr.engºagrº Paulo Luis Oliveira de Boer, secretário da Sociedade Agrícola de
Pelotas.
Após,
foram lidos pelo secretário o estatuto da futura Associação,
apresentados pelo sr.Ibsen Vianna, e que foram aprovados sem restrições. Em
meio de grande entusiasmo, foi logo aclamada e empossada a primeira Diretoria,
que assim ficou constituída:
Presidente
– Snha.Joaquina de Assis Brasil; Secretário - João Rouget Perez, engºagrº;
Tesoureiro - Paulo Gastal, dr.; Diretores - Ibsen Vianna e Fernando
Assumpção, engºagr; Suplentes - Maria Cecília Bento e Mário Mendes
de Mattos; Conselho Fiscal - Carlos Alberto Ribas, João Larangeira
Filho e José Lafayette Leite, medºvetº
Em seguida, fez uso da
palavra o dr.João Rouget Perez, agradecendo em nome dos criadores de Jersey e
da Associação que vinha de ser fundada, a nobre cooperação da Sociedade
Agrícola de Pelotas pela iniciativa , e à exma sra.DªLydia de Assis Brasil pela
presidência da primeira reunião. Prosseguindo, em elevadas considerações, o
dr.João Rouget Perez solicitou à Assembléia um voto de louvor e de
saudade em memória imperecível do dr.Joaquim Francisco de Assis Brasil como o
maior difusor do gado Jersey no Brasil. O dr.Guilherme Echenique Filho
agradeceu a homenagem e referências feitas à Sociedade Agrícola de Pelotas e,
em nome da Exma.Sra.DªLydia de Assis Brasil, as honrarias prestadas ao seu
inesquecível esposo.
Nada
mais havendo a tratar, foi a reunião encerrada e, do que houve para constar, eu
Paulo Luis de Oliveira Boer lavrei a presente ata, por todos assinada.
Assinaturas: Paulo Luis de Oliveira Boer, Joaquina de Assis
Brasil, João Rouget Perez, Fernando Augusto de Assumpção, Ibsen Ferraz Vianna,
João Larangeira Fº, Olavo Alves Júnior, José A Collares, Carlos
Alberto Ribas, Eduardo Gastal Júnior, Mário Baptista Mendes de Mattos, Maria
Augusta Assumpção Rheingantz, Paulo Gastal, Rafael Dias Mazza, Maria Cecília
Bento, Guilherme Echenique Filho, Octavio Leivas Leite, Edmuindo Chaves Berchon
des Essarts, Jayme Soares de Oliveira(Diretor da E.Ag.RS), dr.Antonio C.Duarte,
José Lafayette Leite, Helena de Assumpção, Gomercindo Carvalho, Lydia de Assis
Brasil.
Nessa
época, o Sr.Fausto Bebiano Martins (1948/52) era o presidente da ACGJ.
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| Fausto Bebiano Martins, presidente da ACGJ |
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Em 1954 os livros de registro de Jersey do Rio Grande do Sul foram
centralizados no Rio de Janeiro. Na década de 70, face ao não interesse dos
cariocas em mantê-la, e dos gaúchos em assumi-la, passou a ACGJ para a cidade
de São Paulo-SP, onde continua até hoje, com a denominação de “Associação dos
Criadores de Gado Jersey do Brasil- ACGJB”.
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| O primeiro Herd-Book oficial da raça Jersey no Brasil, RS |
Nos primeiros 26 anos a Associação teve grande ação nos assuntos
referentes a registro genealógico, exposições, comercialização e mostras
nacionais, estaduais e municipais de gado Jersey, bem como na obtenção de
recursos e subsídios dos governos, estadual e federal, para o custeio e
manutenção das atividades referentes à raça. Alem dos presidentes, diretores e
criadores gaúchos de Jersey, deram-nos importante apoio e atenção os saudosos
deputados Osmar Grafulha e Ary Rodrigues Alcântara, tanto na esfera estadual
como na nacional.
Mas coube aos técnicos Mário Burck Santos, Flávio Abrantes,
Antônio Carlos Pinheiro Machado e Heraclides Santa Helena, o trabalho de apoio
à diretoria, tornando viáveis os diversos e bem sucedidos eventos nesse
período. A luta pelo oficialização do contrôle leiteiro, a divulgação do
concurso leiteiro em exposições, e a formação do 1º Conselho de Jurados da Raça
Jersey (9/12/1962), foram sempre solicitados, incentivados e apoiados por Mário
Mendes de Mattos. O trabalho iniciado em 1948 pelos fundadores da ACGJRS até o
ano de 1974 contribuiu para a evolução e valorização da raça, com a conseqüente
melhoria genética dos rebanhos gaúchos, fornecedores de matrizes e reprodutores
para todo o Brasil.
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| Mário Mendes de Mattos |
O estabelecimento de um escritório com bar no Parque de Esteio, e
o início dos leilões nas exposições devem, tambem, ser citados como trabalho de
jersistas empreendedores, como Fernando Carúccio, João Jardim, Elton Adão
Butierres, José Moura de Souza, e outros.
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| 1988, Esteio |
O quadro social da ACGJRS
alcançou seu ápice em 1990, com 526 associados, alguns anos após sofrendo
reduções progressivas inclusive no registro de animais, mas a raça continuando
a crescer em quantidade e qualidade por todo o Rio Grande do Sul, os serviços
informatizados tornando-a uma entidade atualizada e moderna, eficiente e
viável, executora com presteza do serviço de registro do rebanho gaúcho e
fornecendo o apoio necessário aos associados e interessados em seu
desenvolvimento. A fundação de núcleos regionais, cujo primeiro ocorreu nas
Missões na década de 50, foi ativada a partir de 1987, colaborando para a
evolução da Jersey por todo o Rio Grande do Sul, e foram responsáveis pelo
fomento e multiplicação da Jersey por todo o estado.
A simples “sala
emprestada” pela Associação Rural de Pelotas, na rua XV de Novembro 728-A, foi
substituída por uma eficiente “Sede Social” no Parque Ildefonso Simões Lopes,
da mesma ARP, graças ao empenho de suas diretorias e dos presidentes da ACGJRS
José Moura de Souza, Paulo de Tarso Quintana e do vice-presidente Sérgio de
Abreu Neves. Como sempre, havia outros abnegados envolvidos.
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| 1980 - Flávio Abrantes na "sala da Jersey", Pelotas |
Aquele pequeno “stand” em Esteio obtido pelo empenho dos
presidentes na época, Fernando Carúccio e Elton Butierres, deu vez à moderna
“Casa do JerseyRS”, no Parque Assis Brasil/Esteio, planejada e construída
graças à dedicação de José Antônio Ibañez de Lemos, engenheiro, criador e
diretor, dotando os jersistas gaúchos de ótima infraestrutura para os serviços
de registro, exposições, controle e torneios leiteiros, leilões, palestras,
reuniões, e recepção às autoridades, criadores, políticos e técnicos de todos
os cantos do mundo jersista.
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| 1993 - a recém inaugurada Casa do JerseyRS |
Nos mais importantes eventos gaúchos e brasileiros, a JerseyRS
participou, e participa, com destaque, em especial nas exposições realizadas em
Esteio (Expointer e Expoleite) onde, a partir do final da década de 1980,
muitas vezes foi a raça com maior número de inscrições a galpão e de matrizes
comercializadas dentre tôdas as espécies participantes.
No interior do RS, com raríssimas exceções, a Jersey tomou conta
das mostras leiteiras e agropecuárias, sempre com grande liquidez, firmando a
cada evento sua posição no meio agropecuário, e no leiteiro em especial.
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| Expo-Feira de Pelotas, década de 90 - Edda Müller apresentando |
A ASSOCIAÇÃO DE CRIADORES DE GADO JERSEY DO RS é responsável pelos
controles genealógico e zootécnicos da raça no estado, dando continuidade ao
trabalho visionário de Assis Brasil, continuado por sua filha carinhosamente
conhecida como “D.Quinquinha”, e pela orientação e estímulo necessários para a
melhoria dos rebanhos, sempre gozando de excelente conceito e irrestrito apoio
da Associação Rural de Pelotas, parceira permanente do sucesso alcançado.
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| 2014 - grande churrasco da ARP, durante a Expo-feira anual em Pelotas |
Na Sede Social, e na Casa do JerseyRS, painéis fotográficos,
quadros pintados por jersistas e outros artistas, placas comemorativas e
lembranças diversas, decoram seus interiores simples e funcionais, lembrando o
glorioso passado, o árduo presente, e o esperançoso futuro da raça Jersey.
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| Oleo de G.Casaretto, criadora |
Funcionários dedicados, técnicos de alto nível, diretores
atuantes, associados apaixonados tornaram esta entidade modelo em sua
atividade por todo o Brasil. A seguir, alguns dos que fizeram e fazem desta Associação UMA
TAURA DA RAÇA JERSEY:
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| 2009, posse da diretoria presidida por Nilton Paim |
PRESIDENTES:
1948/1950 – Joaquina de Assis Brasil; 1950/1952 – Fernando
AugustroAssumpção; 1953/1954 e 1955/1956 – João Rouget Perez; 1957/1958 e
1967/1968 – Mário Mendes de Mattos; 1959/1960, 1961/1962 e 1965/1966 – Arno
Brauner; 1963 a 1964 – Guilherme Echenique Filho; 1969/1970 e 1981/1982 –
Fernando Carúccio; 1971/1972 – Paulo Mendonça; 1973/1974 – João Salvador
Jardim; 1975/1976 – Nilo Chagas de Azambuja; 1977/1978 e 1979/1980 –Elton Adão
Butierres; 1983/1984 – José Moura de Souza; 1985/1986 – Paulo de Tarso
Quintana; 1987/1988, 1989/1990, 2001/2002 e 2003/2004 – Carlos
Alberto Teixeira Petiz; 1991/1992 e 1985/1986 – Carlos Guilherme Rheingantz;
1993/1994 – Elton Butierres; 1997/1998 – Victor Hugo Souza Porto; 1999/2000 –
Jorge Luiz Martins; 2005/2006 – José Fernando Quadros de Leon; 2007/2008 – José
Flávio Vieira de Vieira; 2009/2010 – Nilton Rodrigues Paim; 2011/2012 –
Fernando Müller; 2013/2014 e 2015/2016 – Cláudio Nery Martins; 2017/2018 –
Álvaro do Amaral Peixoto e Álcio Azambuja de Azambuja.
RESPONSÁVEIS e SUPERINTENDENTES DO SRG
Mário Burck Santos, engº agrº; Flávio Abrantes, engº agrº;
Clariton Tavares Dias, medº vetº; Carlos Guilherme Rheingantz, engº agrº.
INSPETORES DE REGISTRO
Mário Burck Santos - medº vetº; Antônio C.Pinheiro Machado - engº
agrº; Flávio Abrantes - engº agrº; Roberto Silveira - medº vetº; Clayrton Evelin
Marques - medº vetº; Clariton Tavares Dias - medº vetº; Arthur Garcia
Cademartori - medº vetº; Flávio Oedmann - medº vetº; José Flávio Vieira de
Vieira - medº vetº; Apes Roberto Falcão Perera - engº agrº; Roberto Nardi - medº
vetº; Lilian Müller - medª vetª; Silvana Lüdtke Carrilhos Haertel - zootª;
Eduardo Lammel Blauth - medº vetº; João Almir Bondan - medº vetº; Rodrigo Braz
Marçal - medº vetº; Eduardo Motta Caminha - medº vetº; Frederico Trindade - zootª.
APOIO ADMINISTRATIVO
Gilda Gomes Rosiski, 1979; Angela Marfisia Gerlow, 1983; Jaime
Gilmar Silva Fernandes, 1984; Jader Roberto Genske Miranda, 1984; Marco Antônio
Pereló Moraes, 1986; Miria Elizabeth Borba Alves, 1987; Rosani Figueiredo de
Ávila, 1989; Maria Regina Teixeira Macário, 1989; Angela Beatriz Ferreira da
Costa, 1989; Maria Júlia de Freitas Moreira, 1989; Eliana Ferreira da Costa,
1990; Eva Lúcia Centeno Nunes, 1990; Flávia Gadonski Ávila, 1990; Leila Molina,
1991; Luciano Harter, 1991; Roger Dias Camargo, 1993; Elgia Freitas Soares,
1993; Maurício Leal Vignolle, 1995; Marilaine Gonçalves, 1995; José Henrique da
Costa Cardoso, 1995; Osmar Luiz Carriconde Souza, 1996; Mara Regina Teixeira
Macário, 1999; Vera Maria Cardoso da Fonseca; Evelyn Castro da Silva; Vinicius
de Lima Raubach, 2009; Rosangela Gonçalves Muñoz, 2011; Silvana Lütke Carrilhos
Häertel, 2016
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