quarta-feira, 28 de outubro de 2020

TJ42 - DOMINGOS LOLLOBRIGIDA JÚNIOR

 DOMINGOS LOLLOBRIGIDA JUNIOR

Foto: recebendo a premiação de maior percentual de gordura no 50º Torneio Leiteiro de Cruzília, em 2019 – (e) Guilherme Junqueira (pres.Sindicato Rural), Joaquim Paranaiba (prefeito municipal), Oswaldo Lollobrígida (zoot.), Domingos Lollobrígida Júnior, Domingos Lollobrígida Netto (vet.) e o sogro Oswaldo Meirelles, na frente o caçula Vincenzo Lollobrigida.

Quadro 1: resultado completo do 50º Torneio Leiteiro, quando vencemos na % de gordura.

Quadro 2: resultado do 51º Torneio, a LOLLO participando com animais somente Jersey, ficando em 8º lugar geral (média de 50,69kg) e com a 7ª Melhor Vaca – LOLLO PALOMA BIBARLO (58,07kg).


Foto: Ronaldo Maciel ordenha as duas melhores LOLLO no 51º Torneio

DOMINGOS LOLLOBRÍGIDA JÚNIOR, conhecido no meio pecuário por JÚNIOR, é um advogado mineiro atuante na área do Direito Administrativo. Formado em 1950 pela UFMG, e também empresário na área de importação e exportação - no Brasil e na Itália - por paixão e herança genética é produtor rural dedicado à equinocultura (selecionador das raças Mangalarga Marchador, Piquira, Pônei Brasileiro e Árabe) e de bovinocultura leiteira (raça Jersey). 


“Meu rebanho atual de Jersey conta com 20 animais, sendo 10 vacas em lactação (média diária de 30kg de leite por vaca), 2 vacas secas, 4 novilhas e 4 bezerras. Destas, 13 são P.O., o restante composto por 2 vacas ½ sangue (uma Girolanda e a outra Girsey), 3 vacas ¾ Jersey e 1 novilha 7/8 Jersey. Desde 1990 possuo a propriedade rural HARAS MUTUCA, em Cruzilia do Sul/MG onde, a partir de 1996, destinei 15ha à criação de gado Jersey, para produzir leite de qualidade visando a manutenção financeira da propriedade",  conta-nos JÚNIOR.

 

“Minha família está totalmente envolvida na atividade rural, principalmente neste período de pandemia quando, já há 7 meses, estamos vivendo no haras.

“Meu filho mais velho, DOMINGOS NETTO, veterinário mestre e doutorando em reprodução animal, é o responsável pela reprodução das vacas.


Foto: Domingos Netto fazendo ultrassonografia

“A namorada de Domingos, ANDRÉIA MACHADO, é também veterinária e mestre em nutrição animal, sendo a responsável pela nutrição dos animais mediante análise da produção, formulando a ração para cada faixa etária e de produção.

Foto: Andréia entre as novilhas LOLLO PADROEIRA WRANGLER (na primeira lactação produziu 32kg em 3x) e a LOLLO SARDINHA VOCATION (na 2ª cria produzindo 44kg 3x).

“Meu segundo filho, OSWALDO, é acadêmico em zootecnia pela UFV, e cuida do manejo do rebanho.

Foto: Oswaldo e Maria Furtado

“OTTAVIO, o terceiro filho, é acadêmico em engenharia das telecomunicações pela UFSI, sendo responsável pelas câmeras de monitoramento e, por sua facilidade em lidar com equipamentos, é quem cuida de toda a manutenção dos mesmos: ordenhadeiras, gerador de eletricidade, bombas d’água, etc ... . Com familiares, amigos, vizinhos, e outros participantes, comissão de pesagem, fornecedores, ... , estava presente neste ano.

Foto: Ottavio (d), Júnior, Vincenzo, Oswaldo Meirelles (sogro), Nelson Araújo (costas), Netto e Oswaldo

Foto: Ottávio (circ.vermelho) no almoço no dia da pesagem em 2020.

“O caçulinha VINCENZO, hoje com 9 anos de idade, é muito ligado ao irmão Oswaldo, portanto sempre ajudando-o no manejo animal.


 Foto: Vincenzo abastecendo a ração

DOMINGOS LOLLOBRÍGIDA disse que o envolvimento do Netto e do Ottavio é constante, pois eles vêm todo mês em casa. O do Oswaldo é só mesmo agora, na pandemia, porque estudando não tem como estar presente no Sítio. O da Andréia é direto mediante os dados das pesagens do leite que lhe são sempre remetidos..

Continua JÚNIOR:

“Produzimos queijos somente para consumo em casa, mas seria uma boa opção montar uma queijaria, no futuro...

“Fui sócio da Jersey Minas na década de 90, e atualmente não sabia que havia, ainda, um grupo envolvido com a mesma. Quando retomei o registro dos animais, fiquei sabendo que ela não mais existia, e que deveria me associar direto à ACGJB – em São Paulo – que agora está no sul. Fiquei muito feliz em saber que a MINEIRA ainda está ativa, quando fui adicionado ao grupo Whats App da mesma, e também já tinha ouvido falar das LIVES transmitida pelo pessoal da Jersey Minas, em especial pelo GLEYSON. 

 

Foto: Retomando o registro das LOLLO, após 22 anos

“Persistência é do que precisamos. O setor leiteiro no Brasil sempre foi relegado a um segundo plano pelos diversos níveis de governo, mas ainda responde por grande parcela do agronegócio brasileiro. O gado Jersey, sem dúvida alguma, é o gado que proporciona o melhor custo benefício para sustento da atividade leiteira, sem falar que com a tendência atual de remuneração do leite por sua qualidade, o Leite Jersey trará ao produtor uma maior remuneração, portanto maior valorização de sua atividade. Tenho plena confiança que a Raça Jersey terá um protagonismo ainda maior no cenário leiteiro que se desenha para o futuro”. 

Foto: DIOMINGOS LOLLOBRÍGIDA JÚNIOR com o jornalista NELSON ARAÚJO, em gravação para o programa GLOBO RURAL, em 07 outubro de 2020. A novilha em primeiro plano é LOLLO CRUZILIA VOCATION, descendente do REBANHO FUNDADOR DO JERSEY EM CRUZÍLIA, legítima representante dos 70 anos de Gado Jersey Cruziliense.

De sua autoria, abaixo um interessante histórico sobre a Jersey em CRUZÍLIA/MG:

 

HISTÓRIA DO GADO JERSEY EM CRUZÍLIA, por Domingos Lollobrigida Jr.

Cruzília, década de 1950

 “Quem não conhece aquela vaquinha amarela, com cabecinha bonita, olhos expressivos e grande produtora de leite  gordo e saboroso ?


“É ela mesma,  a Vaca Jersey , que teve origem na  Ilha de Jersey , situada no Canal da Mancha, na costa da Normandia,  entre a França e a Inglaterra, mas que pertence a Coroa Britânica. É também conhecida como a mais pura raça de bovinos do mundo,  devido a sua segregação por centenas de anos na referida ilha que possui uma área total de pouco mais de 20% da área do nosso Município de Cruzília.


“Você sabia que esta raça de bovinos  tem uma história antiga também na cidade de Cruzília?

O Presidente Getúlio Vargas visitou Cruzília no ano de 1936, para conhecer dois dos maiores laticínios mineiros daquele tempo: o Laticínio Cruziliense (QUEIJOS DANA), então propriedade do dinamarquês Axel Tossing Sorensen, e o Laticínio Campo Lindo, gerenciado por dinamarqueses mas de propriedade de José Bráulio Junqueira. Aualmente, o Laticínio Cruziliense produz os famosos Queijos Cruzília.

Foto: Getúlio Vargas em visita a Cruzília, acompanhado por Axel Sorensen (e), José Bráulio Junqueira (d), D.Kaia Sorensen e Benedito Valadares (governador de MG) - 1936 

“Cruzília sempre foi expoente na pecuária leiteira nacional, afinal, não é por acaso que alguns historiadores consideram nossa região, um dos pólos agropecuários iniciais do Brasil, sem falar que nossas pastagens, formadas nos Campos de Altitude com quota média de 1.000 metros acima do nível do mar possui naturalmente em sua constituição as famosas Bactérias Propiônicas que também, de maneira natural migram para o leite de nossas vacas, fazendo com que os queijos aqui produzidos possuam reconhecimento nacional e internacional por sua extrema qualidade.

Foto: Queijo Cruzilia

Foto: Queijo Casamenteiro, medalha de prata na França

Foto: Queijo Casamenteiro, comemoração da conquista na França

Foto: fornecedores de leite, funcionários e autoridades comemorando a medalha de prata.

“O Gado leiteiro chegou na antiga Encruzilhada  ainda no século 18 , de lá até os dias de hoje nosso gado vem sendo referência no cenário da pecuária leiteira nacional e os fazendeiros de Cruzília, abnegados em suas atividades pastoris, sempre procuraram melhorar os seus rebanhos, encontrando  nas diversas raças de bovinos as qualidades necessárias para o incremento da produtividade e qualidade leiteiras tão desejadas.

Foto: Cruzília em 1950

“Foi na década de 50 do século passado que o Fazendeiro e Ex-Prefeito Municipal,  Gastão de Paula Ferreira, trouxe os primeiros exemplares das raça Jersey para Cruzília, encantado que ficou com a eficiência produtiva daquelas vaquinhas amarelas que conheceu na cidade de Pouso Alto, nelas vislumbrou o animal ideal para povoar sua ‘Chacrinha’, hoje localizada no Bairro Nossa Senhora da Conceição, Ventania, na saída para São João Del Rei.

Foto: Gastão de Paula Ferreira (e) e os filhos Elcio e Dalton com parte do primeiro rebanho 
Jersey de Cruzília aos fundos , foto da década de 50 do século XX.

“Adquiriu 13 vacas e 1 touro,  e com eles iniciou o primeiro rebanho Jersey de Cruzília, que era cuidado por seu amigo Lulu Teixeira e pelos filhos Elcio Mori Ferreira e Dalton Mori Ferreira, na época ele tinha orgulho em dizer que com as 13 vacas tirava 140 litros de leite, portanto uma média de 10,76 litros de leite por vaca, isso na década de 50 do século passado!

“Ao tomar conhecimento de que o gado Jersey já estava em Cruzília, em 1956 , Samuel de Azevedo Junqueira , adquiriu inicialmente do Sr. Gastão um Tourinho de nome Sultão e o levou para servir em suas Fazendas Bananal e Catanduva , partes da antiga Fazenda Traituba. Desta data em diante , Sr. Samuel nunca mais deixou de utilizar Touros da Raça Jersey e até mesmo alguns mestiços de Jersey para cruzar suas novilhas, merecem destaque além do fundador Sultão, o Touro Cesto e outro adquirido através do João Barbosa Meirelles , cruziliense radicado em  Cruzeiro - SP, na Fazenda Santana em Jacareí-SP de propriedade de Severo Fagundes Gomes , um dos maiores expoentes na criação do gado Jersey no Brasil durante os anos 60 , 70 e 80 do século XX.

“Neste período foi inegável a contribuição da raça Jersey, para a formação do tradicional gado ‘Tribofe’, posteriormente conhecido como Gado Mantiqueira, que tem como base o gado leiteiro selecionado pela família Junqueira de Cruzília.

“Por muitos anos, a referência de gado Jersey em Cruzília, passou a ser o Sr. Samuel Junqueira , e quem se interessava por este gado, buscava na Fazenda Bananal novilhas e vacas “ajersadas” para melhoramento de seu rebanho leiteiro.

“Na mesma década de 50, outro criador cruziliense, José Inácio Filho (Zé Pacheco) adquiriu no tradicional Leilão de São Sebastião realizado anualmente no dia 20 de janeiro, uma vaca Jersey, provavelmente de origem dos criatórios do Sô Gastão e do Sr. Samuel e posteriormente um tourinho Jersey, dando inicio a sua seleção no Sítio Bela Vista , localizado aos pés da Serrinha e conseguiu grande sucesso  em sua seleção, tendo certa feita vendido ao Dr. José Maciel um tourinho Jersey em época que Dr. José já era conhecido por seu excelente rebanho leiteiro e aqui cabe um parênteses para ser contada uma passagem pitoresca no dia desta aquisição.

“Zé Pacheco sempre se utilizava do banheiro carrapaticida do Dr. José para banhar seu gado. Em uma das vezes em que havia levado o gado para banhar, Dr. José gostou da forma leiteira e constituição de um dos animais, um tourinho já bem apurado e de imediato  propôs negócio no mesmo. Zé Pacheco aceitou, combinaram o preço e ao apartar o tourinho, Dr. José perguntou ao Zé Pacheco se o mesmo já tinha nome, ao que respondeu o Zé Pacheco: ‘Ora Dr. José, a mãe dele se chama Vitrola, então o senhor pode chamá-lo de Vitrolo’... e assim ficou batizado o Tourinho Jersey do Dr. José : ‘Vitrolo’ , que segundo consta, deixou excelente prole leiteira naquele plantel.

“Nos anos 60 , José Mário dos Reis Meirelles, conhecido criador de Gado Holandês Vermelho e Branco na Fazenda São Sebastião em Cruzília,  adquire um plantel de vacas Jersey e o transfere para seu Sítio em Caxambu, posteriormente as cruzou com um touro Gir , produzindo excelentes mestiças ‘Girsey’ . Infelizmente deste criatório não restaram descendentes em Cruzília.

“Mas foram os anos 90, a década de grande importância para o Gado Jersey em Cruzília. Em 1991, Camilo Donizete Maciel (Pantera) , adquiriu em Delfim Moreira-MG, do criador Paulo Mauricio Carvalho do Sítio Refugio da Colina, um bezerro e uma bezerra , e na cidade de Lavras-MG do criador Paulo Estevão de Souza da Granja Samira outra bezerra e iniciou um trabalho de garimpo de vacas “ajersadas” para iniciar seu rebanho no Sitio São Rafael , tendo adquirido ainda uma vaca do criador Sebastião Fabiano Ribeiro (Tãozinho) de Madre de Deus de Minas e também  duas vacas na Fazenda Bananal do Sr. Samuel  Junqueira.

“Um grande incentivador do criatório Jersey do Camilo (Pantera), foi o Engenheiro Agrônomo Paulo Eduardo Neuenswander Penha que ainda hoje é um entusiasta da raça. Seu irmão Carlos Orlando Neuenshwander Penha (Lolando), traz para seu Sitio Chapada, também nos anos 90, duas vacas oriundas da cidade de Andrelândia-MG e iniciou um pequeno criatório tendo seu filho Nicolas vencido um Torneio Leiteiro Juvenil com uma das vacas . Este rebanho posteriormente foi transferido para Fernando José dos Reis Meirelles Junior da Fazenda Angahy, que até os dias de hoje continua se utilizando de alguns animais da raça  Jersey em seu rebanho leiteiro.

“Nesta mesma época José Camilo Ribeiro  (Camilão)  começa no Sítio Rio do Peixe a seleção de alguns animais da raça Jersey adquiridos na Fazenda Conquista de propriedade da Comax Construtora  e originários de Belo Horizonte.

“Ainda no final dos anos 90, Joaquim Rangel Mangia de Souza na Chácara Ponte Funda , se tornou outro grande entusiasta da raça , seguramente o maior desta nova geração. Ao participar de um curso de inseminação ministrado pelo SENAR-MG , ficou sabendo pelo médico veterinário Waldir da cidade de Paraisópolis-MG, instrutor do curso , da eficiência produtiva em uma propriedade rural da sua região, alcançada através da utilização de vacas da raça Jersey e se interessou pelo assunto, tendo feito diversos contatos com criadores do Estado de São Paulo e também visitado a Fazenda do Criador Anardino Costa em Pouso Alegre-MG, na época um dos maiores criadores de Jersey do Brasil, de onde trouxe um bezerro para touro, que infelizmente não chegou a idade reprodutiva, mas não desanimou e  começou a inseminar suas vacas com Touros Jersey  e já na primeira geração de animais , observou o grande salto na produção de leite de seus animais , estes produtos se espalharam por toda a região, o Touro que mais utilizou para inseminação foi o PRICELAND BOLD DANIEL BARBO - ET. Suas vacas sempre foram conhecidas pela alta produção leiteira. Rangel incentivou um grande numero de produtores de leite a se utilizar do sangue Jersey , inseminando para estes produtores suas vacas com touros Jersey , mas o principal  fomento da raça se deu através de diversos tourinhos por ele vendidos  em Cruzília.

“Posteriormente fez uma parceria com o criador Camilo Donizete Maciel, trazendo para o Sítio Ponte Funda todo o rebanho Jersey daquele criador, incrementando assim, ainda mais seu criatório, parceria esta que posteriormente se estendeu ao nosso próprio criatório, tendo alojado n Sitio Ponte Funda nossas vacas por mais de 5 anos .

“Na mesma época, mais precisamente em 1996 , Camilo Donizete Maciel, presenteia meu filho Domingos Lollobrigida Netto , então com 2 anos de idade, com uma bezerra Jersey e me cede duas outras. Aqui começa nosso envolvimento com a Raça Jersey . Na ocasião na data de 13 de maio de 1996, nos  associamos  a Associação dos Criadores do Gado Jersey de Minas Gerais, sob o número 10.472-C , atualmente cadastro nº 9.075 da Associação dos Criadores de Gado Jersey do Brasil e registramos  os primeiros animais de nossa seleção , que foram as vacas Asil Thamires Aquire Reg. 27.613-D e Asil Thamara Aquire Reg. 27.615-D.

“De nosso criatório que neste ano completa 23 anos de seleção, além da Vaca Asil Tiara Sooner Kyle por Asil Thamara Aquire em Purple Sooner Kyle – ET , da qual descende todo o nosso rebanho, merecem destaques o Touro Mestre , adquirido do Pedro Rezende Arantes oriundo de um criatório próximo a Poços de Caldas e trazido a Cruzília por seu irmão Silvio José Rezende Arantes (Teté), que nos deixou excelentes filhas com alta produção leiteira e a linha de sangue hoje  representada pela novilha  Lollo Cruzília Vocation,  filha da Vaca Olinda II em All Lynns Legal Vocation – ET , neta da Vaca Olinda (esta um presente do meu  grande amigo Fernando Maciel Pereira do Sítio Resplendor em Cruzília)  bisneta da Vaca Jersinha e trineta da vaca Bolívia adquirida na Fazenda Bananal pelo Camilo Donizete Maciel (Pantera) , que nos traz preservado até os dias de hoje  o sangue Jersey  legado dos pioneiros da raça em Cruzília , Sr. Gastão de Paula Ferreira e Sr. Samuel  de Azevedo Junqueira, iniciado lá nos anos 50 do século XX, portanto há quase 70 anos atrás.

Foto: o touro Mestre

“Criam ainda em Cruzília animais de sangue Jersey, Ezio Camilo Pereira Maciel do Sitio Tapera, a quem vendi um excelente touro filho do Barlo,  Antonio Carlos de Almeida e seu filho Antonio Carlos de Almeida Junior  em seu Sítio na região do Estreito e mais recentemente José Ferreira Ratto e seu filho José Ricardo Ratto , adquiriram no sul do país uma novilhada “ajersada” para a Fazenda Chalet.

(texto preparado por sugestão de Joaquim Rangel para apresentação durante o 50º Torneio Leiteiro de Cruzília, primeiro ano de participação do Sitio e Haras Mutuca - JERSEY DO LOLLO, somente com animais de sangue Jersey).

Acesse o grandesjerseybr.blogspot.com , deste mesmo autor, e conheça as grandes vacas brasileiras.







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