segunda-feira, 31 de agosto de 2020

TJ39 - 72º ANIVERSÁRIO DE FUNDAÇÃO DA ACGJRS, 1º de setembro de 2020


1º de setembro de 1948 – fundação da ACGJRS

Incentivados pelo presidente da Sociedade Agrícola de Pelotas, Dr.Guilherme Echenique Filho, e pelo técnico da Secretaria da Agricultura do RS responsável pelo registro da raça Jersey no sul do estado, Dr.Mário Burck Santos, um grupo de pecuaristas da região de Pelotas fundou a Associação de Criadores de Gado Jersey do Rio Grande do Sul. Eram passados 52 anos da entrada da Jersey nos campos gaúchos, pela iniciativa e idealismo de Joaquim Francisco de Assis Brasil.
Os gaúchos oficializaram a primeira associação estadual de criadores de Jersey no Brasil, sob a presidência de Joaquina Francisca “Quinquinha” de Assis Brasil, no ano de 1948, filha de nosso patrono. Além do registro do rebanho gaúcho, por algum tempo seu organizado e eficiente trabalho contemplou a criadores catarinenses, paranaenses e cearenses.
Joaquina "Quinquinha" de Assis Brasil

Ata de Fundação da
Associação de Criadores de Gado Jersey do RS

         No dia primeiro de setembro de 1948, às vinte horas , no salão da Sociedade Agrícola de Pelotas , à rua 15 de Novembro n º 556, presentes os infrascritos, foi deliberada a imediata fundação da Associação de Criadores de Gado Jersey do Rio Grande do Sul.  A reunião foi aberta pelo sr.engºagrº Paulo Luis Oliveira de Boer, secretário da Sociedade Agrícola de Pelotas.
         Após, foram lidos pelo secretário  o estatuto da futura Associação, apresentados pelo sr.Ibsen Vianna, e que foram aprovados sem restrições. Em meio de grande entusiasmo, foi logo aclamada e empossada a primeira Diretoria, que assim ficou constituída:

         Presidente – Snha.Joaquina de Assis Brasil
         Secretário- João Rouget Perez, engºagrº
         Tesoureiro- Paulo Gastal, dr.
         Diretores- Ibsen Vianna e  Fernando Assumpção, engºagr
         Suplentes- Maria Cecília Bento e  Mário Mendes de Mattos
Conselho Fiscal:
Carlos Alberto Ribas,  João Larangeira Filho e  José     Lafayette Leite, medºvetº

Em seguida, fez uso da palavra o dr.João Rouget Perez, agradecendo em nome dos criadores de Jersey e da Associação que vinha de ser fundada, a nobre cooperação da Sociedade Agrícola de Pelotas pela iniciativa , e à exma sra.DªLydia de Assis Brasil pela presidência da primeira reunião. Prosseguindo, em elevadas considerações, o dr.João Rouget Perez  solicitou à Assembléia um voto de louvor e de saudade em memória imperecível do dr.Joaquim Francisco de Assis Brasil como o maior difusor do gado Jersey no Brasil. O dr.Guilherme Echenique Filho agradeceu a homenagem e referências feitas à Sociedade Agrícola de Pelotas e, em nome da Exma.Sra.DªLydia de Assis Brasil, as honrarias prestadas ao seu inesquecível esposo.

         Nada mais havendo a tratar, foi a reunião encerrada e, do que houve para constar, eu Paulo Luis de Oliveira Boer lavrei a presente ata, por todos assinada.

Assinaturas: Paulo Luis de Oliveira Boer, Joaquina de Assis Brasil, João Rouget Perez, Fernando Augusto de Assumpção, Ibsen Ferraz Vianna, João Larangeira Fº, Olavo Alves Júnior, José  A Collares, Carlos Alberto Ribas, Eduardo Gastal Júnior, Mário Baptista Mendes de Mattos, Maria Augusta Assumpção Rheingantz, Paulo Gastal, Rafael Dias Mazza, Maria Cecília Bento, Guilherme Echenique Filho, Octavio Leivas Leite, Edmuindo Chaves Berchon des Essarts, Jayme Soares de Oliveira(Diretor da E.Ag.RS), dr.Antonio C.Duarte, José Lafayette Leite, Helena de Assumpção, Gomercindo Carvalho, Lydia de Assis Brasil.

Na ocasião, era presidente da ACGJ (depois ACGJB) o carioca Fausto B.Martins.
Fausto B.Martins

A ACGJRS teve grande ação nos assuntos referentes a registro genealógico, exposições, comercialização e mostras nacionais, estaduais e municipais de gado Jersey, bem como na obtenção de recursos e subsídios dos governos, estadual e federal, para o custeio e manutenção das atividade da raça.

Em 1954 os livros de registro de Jersey do Rio Grande do Sul foram centralizados no Rio de Janeiro, após longa tratativa entre ambas associações. Na década de 1970, “face ao não interesse dos cariocas em mantê-la, e dos gaúchos em assumi-la”, dito pelo zoot. Flávio Abrantes, passou a ACGJ para a cidade de São Paulo-SP, agora com a denominação de “Associação dos Criadores de Gado Jersey do Brasil - ACGJB”, onde funcionou até 2019 mudando-se, então, para Curitiba/PR.

         
Alem dos presidentes, diretores e criadores gaúchos de Jersey, deram-nos importante apoio e atenção os saudosos deputados Osmar Grafulha e Ary Rodrigues Alcântara, tanto na esfera estadual como na nacional.

     Coube aos técnicos Mário Burck Santos, Flávio Abrantes, Antônio Carlos Pinheiro Machado e Heraclides Santa Helena o trabalho de apoio às diretorias, tornando viáveis os diversos e bem sucedidos eventos nesse período.

Flávio Abrantes, zootecnista

       A luta pela oficialização do controle leiteiro, a divulgação do concurso leiteiro em exposições, e a formação do 1º Conselho de Jurados da Raça Jersey (em 9/12/1962), foram sempre solicitados, incentivados e apoiados pelos diretores, em especial por Mário Mendes de Mattos no que se refere ao controle leiteiro.

 
Mário Mendes de Mattos
  
    O trabalho iniciado em 1948 pelos fundadores da ACGJRS contribuiu para a evolução e valorização da raça, com a consequente melhoria genética dos rebanhos gaúchos, até hoje fornecedores de matrizes e reprodutores para todo o Brasil.

OS PRESIDENTES


1948 a 1950 – Joaquina de Assis Brasil
1950 a 1952 – Fernando AugustroAssumpção
1953 a 1954 – João Rouget Perez
1955 a 1956 – João Rouget Perez
1957 a 1958 – Mário Mendes de Mattos
1959 a 1960 – Arno Brauner
1961 a 1962 – Arno Brauner
1963 a 1964 – Guilherme Echenique Filho
1965 a 1966 – Arno Brauner
1967 a 1968 – Mário Mendes de Mattos
1969 a 1970 – Fernando Carúccio
1971 a 1972 – Paulo Mendonça
1973 a 1974 – João Salvador Jardim
1975 a 1976 – Nilo Chagas de Azambuja
1977 a 1978 –Elton Adão Butierres
1979 a 1980 –Elton Adão Butierres
1981 a 1982 – Fernando Carúccio
1983 a 1984 – José Moura de Souza
1985 a 1986 – Paulo de Tarso Quintana
1987 a 1988 – Carlos Alberto Teixeira Petiz
1989 a 1990 - Carlos Alberto Teixeira Petiz
1991 a 1992 – Carlos Guilherme Rheingantz
1993 a 1994 – Elton Butierres
1995 a 1996 - Carlos Guilherme Rheingantz
1997 a 1998 – Victor Hugo Souza Porto
1999 a 2000 – Jorge Luiz Martins
2001 a 2002 – Carlos Alberto Teixeira Petiz
2003 a 2004 – Carlos Alberto Teixeira Petiz
2005 a 2006 – José Fernando Quadros de Leon
2007 a 2008 – José Flávio Vieira de Vieira
2009 a 2010 – Nilton Rodrigues Paim
2011 a 2012 – Fernando Müller
2013 a 2014 – Cláudio Nery Martins
2015 a 2016 – Cláudio Nery Martins
2017 a 2018 – Álvaro do Amaral Peixoto  e
Álcio Azambuja de Azambuja
2019 a 2020 – Darcy Bitencourt (foto abaixo)



OS SUPERINTENDENTES DO SRG
Flávio Abrantes, engº agrº
Clariton Tavares Dias, medº vetº
Carlos Guilherme Rheingantz, engº agrº

OS INSPETORES DE REGISTRO
Mário Burck Santos, medº vetº
Antônio C.Pinheiro Machado, engº agrº
Flávio Abrantes, engº agrº
Roberto Silveira, medº vetº
Clayrton Evelin Marques, medº vetº
Clariton Tavares Dias, medº vetº
Arthur Garcia Cademartori, medº vetº
Flávio Oedmann, medº vetº
José Flávio Vieira de Vieira, medº vetº
Appes Roberto Falcão Perera, engº agrº
Roberto Nardi, medº vetº
Lilian Müller, medª vetª
Silvana Lüdtke Carrilhos Haertel, zootª
Eduardo Lammel Blauth, medº vetº
João Almir Bondan, medº vetº
Rodrigo Braz Marçal, medº vetº
Eduardo Motta Caminha, medº vetº
Frederico Trindade, zootª

O APOIO ADMINISTRATIVO
Gilda Gomes Rosiski, 1979
Angela Marfisia Gerlow, 1983
Jaime Gilmar Silva Fernandes, 1984
Jader Roberto Genske Miranda, 1984
Marco Antônio Pereló Moraes, 1986
Miria Elizabeth Borba Alves, 1987
Rosani Figueiredo de Ávila, 1989
Maria Regina Teixeira Macário, 1989
Angela Beatriz Ferreira da Costa, 1989
Maria Júlia de Freitas Moreira, 1989
Eliana Ferreira da Costa, 1990
Eva Lúcia Centeno Nunes, 1990
Flávia Gadonski Ávila, 1990
Leila Molina, 1991
Luciano Harter, 1991
Roger Dias Camargo, 1993
Elgia Freitas Soares, 1993
Maurício Leal Vignolle, 1995
Marilaine Gonçalves, 1995
José Henrique da Costa Cardoso, 1995
Osmar Luiz Carriconde Souza, 1996
Mara Regina Teixeira Macário, 1989
Vera Maria Cardoso da Fonseca,
Evelyn Castro da Silva,
Vinicius de Lima Raubach, 2009
Rosangela Gonçalves Muñoz, 2011
Silvana Lütke Carrilhos Häertel, 2016


ANTES DA FUNDAÇÃO DA ACGJRS

Joaquim Francisco de Assis Brasil

Joaquim Francisco de Assis Brasil ao adquirir suas primeiras Jersey em 1895, trazendo-as para o Brasil no ano seguinte, sabia “estar introduzindo uma raça nobre, antes de mais nada produtora de um leite gostoso e consistente cuja gordura amarelada e de grumos especiais proporcionava uma manteiga bonita e saborosa.” Apreciados pelos europeus, os produtos do “leite jersey” ganharam ràpidamente a preferência dos gaúchos, cariocas e cearenses, posteriormente dos demais brasileiros, tornando-se a segunda raça leiteira em expressão nacional.

Talvez não pensasse nosso patrono que a Jersey chegaria ao lugar de destaque ocupado atualmente, sendo no final do século XX considerada pela imprensa especializada internacional como “A LEITEIRA DA DECADA 2000”.

Em 1905 Assis Brasil, instalado em seu “CASTELO”, iniciou o PEDRAS ALTAS HERD-BOOK, controle inicial da raça Jersey no Brasil, em 1915 passando para a SECRETARIA DE OBRAS PÚBLICAS-DIRETORIA DE AGRICULTURA, INDÚSTRIA E COMÉRCIO DO RIO GRANDE DO SUL. A raça Jersey foi oficializada no Brasil em 1930, pelo Ministério da Agricultura, por iniciativa de D.Joaquina de Assis Brasil, filha do introdutor, sendo os primeiros exemplares P.O.da raça Jersey brasileiros, do Herd Book de Pedras Altas, nele inscritos.

1915 – o primeiro Herd-Book Oficial 
da Raça Jersey no RS e Brasil

No Rio de Janeiro, em 1938 foi fundada a Associação dos Criadores de Gado Jersey-ACGJ, entidade de caráter nacional, tendo como seu primeiro presidente Eduardo Theodoro Duvivier (1938/1940).

Eduardo Theodoro Duvivier

      Em 1940, a Prefeitura Municipal de Ijuí já investia na raça Jersey, adquirindo touros puros que ficavam disponíveis para os criadores que quizessem utilizá-los no melhoramento.


  Nesse mesmo ano, Francis Walter Hime assume a presidência da ACGJ (1940/1944). Em Petrópolis/RJ, com grande participação, ocorreu a I EXPOSIÇÃO NACIONAL DA RAÇA JERSEY em janeiro.

Francis Walter Hime

De 20 a 23 de setembro de 1942, foi realizada a I EXPOSIÇÃO DE GADO LEITEIRO, em Pelotas.

o jovem A.C.Pinheiro Machado, Pelotas, 1942

Comissão de Organização: Jurado de Jersey: agrº Glacy  Pinheiro Machado; Secretário: engº agrº Waldemar Oliveira; Concurso de Ordenhadores: vetº Gaspar F.Teixeira, engº agrº Waldemar Oliveira, prático rural Samuel de Souza; Concurso Leiteiro: agrº Acimar Noronha; Marchant, Dr.Hélio Rosa, Dr.Waldemar Sinch; Prát.Rural: Raul S.de Souza

PRINCIPAIS RESULTADOS:
Grande Campeão e Campeão Júnior: BALTIMORE, PO, cr.e exp. Emany Fleck, Canela; Reservado Campeão: BARONETE OF ESTEIO, PO, cr.e exp. Oswaldo Kroeff, Esteio; Grande Campeã: ALNIOB CARIKA LUCIE, PO, cr.e exp. Oswaldo Kroeff, Esteio; Concurso Leiteiro: VAIDOSAS 2, cr. Vva.J.F.de Assis Brasil, exp. Oswaldo Kroeff, Esteio – 53,3 kg leite com 2,275 kg gordura (4,04%) em 3 dias

JORNAL SUL DO ESTADO, Sta.Vitória do Palmar, 24/11/1944 – de Otávio Frontino Souza

“Acaba de ser adquirido, pelos srs.Dr.Cândido Auch Ribeiro, Dr.Justino Amonte Anacker, Franklin Echeverria, ErnestoMaximila e Osvaldo Auch, um excelente lote de vacas Jersey do estabelecimento pastoril da sra.Maria Cecília Bento de Souza (Capão do Leão, Pelotas).
É a primeira vez que entra gado Jersey em Sta.Vitória, segundo nos consta, e é de se crer posto que o que mais interessa ao homem do campo é o gado de corte. ...
... É preciso coragem, muita coragem para introduzir uma raça excencialmente leiteira num meio em que por rotina só interessa as raças de corte.
Aos adquirentes do lote Jersey, os quais consideramos os pioneiros da indústria do leite neste município, enviamos os nossos cumprimentos. O lote em apreço foi adquirido por intermedio do Sr.J.Nelson Ferrari representante, nesta cidade, do estabelecimento pastoril da Sra.Maria Cecilia Bento de Souza.”

XXI EXPOSIÇÃO

“Concorreram a Exposição nos dias 2, 3 e 4 do corrente, 9 vaquilhonas Jersey, onde as mesmas foram classificadas em 1º lugar pelo seu grau de sangue 31/32, produto este vindo da Granja Maria Cecília, de propriedade do Sr.Otavio Frontino de Souza (Capão do Leão, município de Pelotas), representante nesta cidade o Sr. J.Nelson Ferrari. Os que adquiriram os animais foram os seguintes: Sr.Aniceto Rodrigues, Sr.Vita Corrêa, Sr.Rosalvo Silva, Sr.Serafim C.de Mello e Sr.Amaro Rodrigues. Produto este de grande produção de leite e manteiga, pode se ter em um pátio, são pequenas, de pouca alimentação e manças”.

AGRADECIMENTO

“Venho pelo meio destas colunas agradecer o gesto nobre da maneira carinhosa que tive no meio ruralista nesta cidade, por todas as pessoas que me foram apresentadas pelo Sr.Nelson Ferrari, não podendo olvidar o líder ruralista Conrado Guimarães, e também o bondoso Sr.José Leston que abriu mão de tudo para melhor me servir. Ao meu representante, Sr.Nelson Ferrari, pelo seu modo sincero e franco, não tenho palavras para agradecer o mesmo.




  Em 1944, João Dale assume a presidência da entidade nacional (1944/1948).

João Dale

Quarenta e nove anos após a introdução da Jersey por seu pai, D.Joaquina Francisca de Assis Brasil tornou-se a primeira mulher a julgar um certame rural no Brasil, justamente na raça Jersey e em Pelotas-RS. O ano era 1945, e Maria Cecília Alves Bento foi destaque nessa grande mostra.

Maria Cecília apresentando seus animais, 1942

AS MULHERES NA HISTÓRIA JERSISTA GAÚCHA

Nesta importante e comemorativa data, não poderiam deixar de ser homenageadas diversas mulheres atuantes, quer como criadoras, quer como expositoras, quer como diretoras.

Muitas já se foram, deixando saudades, de início nomeando as que participaram da Assembléia de Fundação da ACGJRS:

Helena Assumpção, Joaquina de Assis Brasil, Lydia de Assis Brasil, Maria Augusta de Assumpção Rheingantz e Maria Cecília Alves Bento.


Seguiram-nas outras valorosas, também saudosas e bastante conhecidas como criadoras, como expositoras, sempre participando de nossos eventos:

Edda Müller, Glaura Leite, Esther Butierres, Idália Mascarenhas e Maria Postiga.
            
Glaura Gomes Leite 

                    Ex-criadoras, algumas seguidamente acompanhando às atuais exposições no estado, merecendo citação pela excelência no companheirismo:

Adriana O.Neves, Beatriz Marques, Carmen Vasconcelos Osório, Elaine Borella, Elizabeth Medeiros, Fernanda Mello de Campos, Leny “Nenê” Leroy dos Santos, Leonor Costa Vargas, Márcia Leroy dos Santos, Maria Helena Pereira de Souza, Sandra Bachilli, Silvia Mariné,Tânia Bielemann Reichert, Tânia Mara A.Becker, Verônica Bertagnolli.

Maria Helena Pereira de Souza e Silvia Mariné

            Nossas atuais destacadas criadoras, competentes expositoras, participativas dirigentes, de todas as idades acreditando nessa maravilhosa raça e destacada Associação:

Adriana Zambeli, Ana Cláudia K.dos Santos, Ana Maria Vasconcelos Osório, Andressa Menestrini, Ângela Maraschin, Carmen Petersen Dias da Costa, Daniela Maraschin, Edite Spenst, Emilia Stehmann, Eneida Maraschin, Eva Glaci de Azambuja, Gerda E.Enns, Helenice Gonzalez, Iolanda B.Gomes, Isabel Paim, Janete Cantarelli da Rosa, Janice Tessmer, Juclea Azambuja Gonçalves, Laura Mendina, Lediane Ferreira Vieira, Lilian Müller, Lydya C.P.de Assis Brasil, Maria Elena Fernandes Marques, Maria Rossaura de Azambuja, Mirela Scattolin Anselmo, Patrícia Nascente, Rafaela Duarte, Sandra Gomes Brum, e Vera Lemos.


Carmen Petersen Dias da Costa

                                                                                                             


Daniela e Ângela Maraschin 

NOTA: o texto desta postagem é parte do conteúdo do livro deste mesmo autor, a ser lançado ainda neste ano, intitulado  "JERSEY RS, UMA ASSOCIAÇÃO DE RAÇA".

Veja mais sobre a raça Jersey clicando

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