NEY BORGES NOGUEIRA
1995 a 1999
1995 a 1999
O X presidente, eleito na ACGJB para os períodos de 1995/1997 e 1998/2001, foi NEY BORGES NOGUEIRA.
Embora não titular, Ney sabidamente
foi o "mentor e mantenedor" da conhecida FAZENDA NOGUEIRA MONTANHÊS por muitos
tida como “O CRIATÓRIO DE MELHOR CONCENTRAÇÃO GENÉTICA DA RAÇA JERSEY NO MUNDO”.
Em 06 de março de 2017 foi postado no www.blogdojerseyrs.blogspot.com, como criador destacado, sob o título
TAURAS DA RAÇA JERSEY (XXI) - NEY BORGES NOGUEIRA.
Datada de 16 de maio de 2019, este blog recebeu de D.Neuza – irmã de Ney Borges
Nogueira – e de sua nora, D.Ana Bianca, o que segue:
Prezado Carlos Guilherme.
Antes de mais nada, gostaria de apresentar-me:
sou Neuza Nogueira de Souza, irmã do Ney, e escrevo em nome da nossa família.
Chegou às nossas mãos um artigo sobre ele,
intitulado "TAURAS DA RAÇA JERSEY (XXI) - NEY BORGES NOGUEIRA" que,
parece-me, foi publicado em seu blog a 06 de março de 2017.
Nós, da família Borges Nogueira, gostaríamos
de enviar um agradecimento a todos aqueles que tiraram um tempo do seu dia para
proferir palavras tão especiais sobre nosso querido Ney:
CARLOS ALBERTO TEIXEIRA PETIZ, CHICO VIEIRA, CLÁUDIO ARAGON, MARCELO XAVIER, ROBERTO VICENTE
LOPES, VAMIRÉ LUIZ SENZ, e CARLOS GUILHERME RHEINGANTZ.
É possível enviar por este email e vc
encaminhar aos demais?
Como combinado, segue o agradecimento em nome
da família Borges Nogueira pela atenção e carinho com meu irmão Ney.
Agradeço a todos que escreveram palavras tão
especiais sobre meu irmão.
Desde ja, grata,
Neuza Nogueira de Souza
Boa tarde, Carlos
Veja bem, escrevo por solicitação da minha sogra -
Neuza Nogueira - que era irmã do Ney. A pedido dela fizemos este agradecimento
ao que foi publicado em seu blog.
Mais uma vez, agradeço sua atenção,
Ana (Ana Bianca Rocha Miranda)
"Quando (re)memoramos, dois sentidos se entrelaçam: o olhar
pretérito – que traz as memórias afetivas e o olhar do hoje que rebobina o que
foi, mas não passou porque está atrelado a questões construtoras de um tempo
que, inserido no passado, permanece escrito e inscrito na história.
"Revendo o perfil de Ney – o irmão, companheiro, que ousou desafiar
as águas nas Olimpíadas de Tóquio de 1964 – entendemos que ali já estava
presente o homem empreendedor, determinado e persistente que, no futuro,
desafiaria as águas tumultuadas e, muitas vezes, revoltas dos mares econômicos,
marcando sua presença em Piracaia (SP), elevando-a a patamares internacionais.
Sua destinação cósmica estava alicerçada no homem visionário, solidário e
generoso que marcaram sua história.
"Ler as palavras enaltecedoras sobre Ney trouxe à família Borges
Nogueira momentos de profundas recordações. Vê-lo reconhecido no meio por ele
escolhido para viver, trouxe-nos indescritíveis emoções que hoje habitam na
saudade.
"Agradecida, a família Borges Nogueira deixa expressa sua profunda
gratidão, sentimento através do qual a alma diz muito obrigada.
Atenciosamente,
Neuza Borges Nogueira"
NEY
BORGES NOGUEIRA, PRESIDENTE DA ACGJB
Ney participou ativamente em diretorias da ACGJB, sendo eleito seu presidente
para as gestões 1995/1997 e 1998/1990 Imediatamente à posse, forçou a
reformulação estatutária, adaptando a ACGJB aos tempos modernos.
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| 1995 - Ney acompanhou o julgamento da raça Jersey |
Durante as gestões sob a presidência
de NEY BORGES NOGUEIRA, por votação entre os jurados presentes em reunião,
foi eleito como primeiro Coordenador do Colégio-CJ o jurado WILLIAN LABAKY, a quem coube organizar o CJ e coordenar a elaboração de seu primeiro Regimento
Interno. Labaky exerceu esta função de 1996 a 1998, quando solicitou sua
substituição. Para o ano de 1999, foi da mesma forma eleito o jurado CARLOS
GUILHERME RHEINGANTZ para a coordenação.
Novos cargos na Diretoria foram
estabelecidos, de forma a abranger mais estados e regiões brasileiras,
aumentando a participação geral. Nas Assembléias, havia espaço para a
manifestação de todos, contentes ou descontentes, demonstrando claramente sua
índole democrática.
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| Willian Labaky atuou de forma importante na constituição do Colégio de Jurados |
O Presidente, e diversos diretores,
passaram a acompanhar exposições e eventos em outros estados, além de São Paulo
e Minas Gerais, mantendo a tradição de, durante as Exposições Internacionais de
Esteio, lá estar uma diretoria representativa a acompanhar os julgamentos e,
também, participar das tradicionais reuniões organizadas pelos gaúchos com
representantes das outras delegadas, muitas vezes discutindo e decidindo sobre
problemas simples ou de sumária importância, ao mesmo tempo confraternizando com todos os jersistas brasileiros, sulamericanos, e de outros países da norte-américa e Europa, principalmente.
Ney foi um presidente evoluido e ágil, educado e atencioso para com todos, dando muita importância para os encontros técnicos e sociais, para o congraçamento entre jersistas, políticos e empresários, espaço e respeito para as associações delegadas.
Ney foi um presidente evoluido e ágil, educado e atencioso para com todos, dando muita importância para os encontros técnicos e sociais, para o congraçamento entre jersistas, políticos e empresários, espaço e respeito para as associações delegadas.
Suas diretorias foram formadas e divulgadas na revista RAÇA JERSEY, edições nº 18 e 24 abaixo, órgão oficial de divulgação da ACGJB mantida e melhorada durante seu período como presidente.
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| Diretoria do 1º mandato |
NEY BORGES NOGUEIRA, O CRIADOR
A
partir de 1987, Ney começou a formar aquele que, por declaração do grande
expert CLÁUDIO ARAGON, foi “o melhor rebanho Jersey em qualidade genética do
mundo”, indiscutìvelmente o melhor do Brasil nas décadas de 1990 e 2000, tendo como titular sua espôsa Sueli e, posteriormente, também sua filha Luciana.
Com a melhor genética norte-americana
(EUA e Canadá), em pouco menos de seis anos a Nogueira Montanhês provou que a
Jersey é uma vaca de produção leiteira econômica, e não apenas uma “vaquinha de
casa de campo” – dócil mas com pouca produção de leite.
Nos 66 alqueires montanhosos em
Piracaia-SP, na Serra da Mantiqueira quase divisa com Minas Gerais, a Nogueira
Montanhês produziu os animais mais premiados da raça Jersey no Brasil, em suas
duas décadas de participação, vencendo diversas exposições nacionais e regionais,
e produzindo muito leite superando, inclusive, a média canadense de quase 5.000
kg por vaca/ano: a média geral das Nogueira Montanhês superava os 6.000 kg/vaca
em 1992 e 1993. Rebanho total próximo a 350 Jersey, das quais 80 importadas, a
meta da fazenda era chegar a 200 vacas em lactação, o que não foi difícil.
Animais de origem canadense eram mais numerosos, na
Nogueira Montanhês não havendo concordância com a afirmativa de que “as
americanas produziam mais do que as canadenses”.
“O que acontece, Ney justificava, é que os canadenses não podem forçar a produção por trabalharem com o sistema de cotas - se o produtor entregar mais do que sua cota, não recebe pelo excedente”.
“O que acontece, Ney justificava, é que os canadenses não podem forçar a produção por trabalharem com o sistema de cotas - se o produtor entregar mais do que sua cota, não recebe pelo excedente”.
A canadense de nome ANETTE, filha de
Juno, fechou lactação com média de 30 kg/dia, no total de 10.600 kg no ano.
Winoma, Cloe e Chanel, importadas ainda bezerras e filhas de Rosel, fazem parte
de uma das melhores famílias da raça.
Sobre os animais, nenhum elogio é
suficiente para descrevê-los, afinal as premiações recebidas em julgamentos nas
exposições especializadas são suficientes para comprovar a qualidade da
NOGUEIRA MONTANHÊS.
A estrutura planejada e montada por NEY
NOGUEIRA para a fazenda foi espetacular, com cinco estábulos para as vacas em
lactação, totalmente em alvenaria dispondo de ventilação forçada e piso
emborrachado. Ambulatórios, farmácias, laboratórios de microbiologia, davam
inveja a qualquer visitante. Sem falar nas alas para descanso dos animais e
instalações para os empregados anexados a cada estrutura.
E os potreiros, com base de
coast-cross, encontravam-se espalhados pelas áreas planas naturalmente
existentes, ou aplainadas por Ney num dos mais bonitos e acidentados recantos
da Serra da Mantiqueira. O manejo era simples, nos 49 piquetes e 5 estábulos na
área de 64 alqueires, os animais separados por idade e fazendo rodízio num
sistema de semi-confinamento.
Pensando em dirigir uma produção
leiteira como atividade empresarial, a NOGUEIRA MONTANHÊS contratou
profissionais especializados que, trabalhando em conjunto, preservaram e
desenvolveram a genética dos animais aumentando sua produção a custos
aceitáveis, aliando genética, manejo, nutrição e sanidade a uma rendosa e
lucrativa produção de leite.
Tendo como veterinário o admirado
ROBERTO VICENTE LOPES, até 1996 (depois em 2010 e 2011) responsável pela
condução do programa genético com plano para produzir 80 fêmeas de alta
genética por ano, retendo 25% dessa produção e espalhando as demais pelo
mercado brasileiro e exterior, em especial para Argentina, Chile, Uruguai e
Costa Rica, a NOGUEIRA MONTANHÊS possuindo cerca de 50 animais classificados
EX, porque não poderia competir com EUA e Canadá nas exportações?
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| Roberto Lopes (d) com Marcelo Xavier, 2017 - Castro/PR |
A preocupação com a produção de
alimento obrigou-os a adquirir outra área, exclusivamente para plantio de
forrageiras e graníferas, após um pesado e técnico trabalho de terraplenagem.
Em 130 alqueires havia alfafa, aveia e coast cross para feno (23 alqueires), no
restante da área milho para silagem e grãos (estes para a fabricação própria de
ração). “Esta propriedade abastecia 2.000 ton de silagem (garantia de comida
para todo o ano), além do feno acima citado, num sistema de alimentação
auto-sustentável, reduzindo em quase 30% os custos da fazenda.
O controle sanitário bem rigoroso,
todos os animais e o leite passando por uma bateria de testes e, quando
detectados problemas como mastite crônica, claudicação, dificuldade reprodutiva
e outros de natureza grave, esses animais eram sacrificados. As vacinas
convencionais, como brucelose, aftosa, BVD e rinotraqueite são aplicadas no
gado com agulhas não compartilhadas entre os animais. Em modernas instalações, o leite da
Nogueira Montanhês passou a ser beneficiado e envasado nos tipos A e B, com
colocação garantida no mercado paulista.
No ano de 2006, D.Zuleika Torrealba, carioca com propriedade rural em Bagé/RS, assessorada por Chico Vieira adquiriu 17 ventres da Nogueira Montanhês, dentre eles 2 campeãs nacionais (Keil e Viviane) e a grande campeã de Castro/PR (Carly). Como a fronteira do RS estava fechada, arrendaram uma fazenda em Itu/SP, e logo depois em Carambei/PR: dinheiro não era problema para D.Zuleika, e sua obstinação por ser a melhor criadora da raça Jersey era muito forte. Depois, outros 45 ventres foram levados para a Cabanha da Maya PAP, em Bagé, segundo seu administrador Chico Vieira, incluindo o touro Valentin e a tri-campeã nacional Sheila. Nessa transação, para a Cabanha da Pirulita (de Chico Vieira) foram adquiridas 5 vacas velhas de linhagens excelentes – Petruska, Rochelle, Millie, Joana e Darwine - e presenteadas ao Chico pelo Ney 5 terneiras de outras linhagens.
Na liquidação da Nogueira Montanhês,
alem da Cabanha da Maya foram compradores Anselmo Vasconcelos, Salvador,
Alfredo (de Bragança Paulista), Douglas Zonta (cujo plantel foi, depois,
adquirido por Marcelo Xavier), segundo informações de Fernando Reis.
Desportista, Ney praticava pólo
aquático no Botafogo - clube ao qual era atleta filiado – por êle sendo campeão
brasileiro em 1963, em 1964 conquistando o campeonato sul-americano e
participando da Olimpíada em Tóquio.
Nascido em 21 de julho de 1936 na
cidade do Rio de Janeiro, faleceu a 27 de fevereiro de 2017 em São Paulo, cabendo
registrar algumas manifestações de apreço e reconhecimento por sua atuação
profissional e pelo trabalho que executou em prol da raça Jersey no Brasil e na
América do Sul.
Mon, 27 de February de 2017 - Fonte:
NTC&Logística - Faleceu hoje o empresário Ney Borges Nogueira, um dos fundadores
da Pamcary, uma das mais importantes e conceituadas corretoras de seguros
especializada em transportes do País . Ha alguns anos deixou a empresa que
ajudou a criar para cuidar de negócios particulares. “Além de ser um dos mais
importantes personagens do TRC, Ney também era conhecido pela extrema
generosidade para com as pessoas e gratidão por aqueles que o ajudaram a
chegar aonde chegou. Este é um dia triste para todo o nosso setor"
declarou o presidente da NTC&Logistica, José Hélio Fernandes .Ney Borges
Nogueira era detentor da Medalha de Mérito do Transporte, honraria concedida
pelo Conselho Superior da NTC&Logistica a pessoas que tenham contribuído
para com o transporte de cargas brasileiro.
CARLOS ALBERTO TEIXEIRA PETIZ:
a família jersista está de luto com o falecimento do Ney, nosso amigo e
companheiro de exposições, ex-presidente de nossa associação, trazendo uma
lacuna que jamais será preenchida. Para mim, foi o melhor criador da raça
Jersey no Brasil, sua humildade e animais trazendo para o nosso país, numa
determinada época, o local onde se encontrava uma das melhores genéticas do
mundo, hoje em dia motivo de orgulho e satisfação é ter em nosso plantel algum
produto oriundo da Nogueira Montanhês. Fico triste porque sempre foi um amigo disposto
a ajudar a quem precisasse. Meus sentimentos à família e a todos que tiveram o
privilégio de conviver com ele.
MARCELO XAVIER:
Ney Borges Nogueira foi, sem dúvida, um criador visionário. A história da raça
Jersey no Brasil deve muito ao seu grandioso projeto. A Fazenda Nogueira
Montanhês foi celeiro de grandes vacas, e obteve reconhecimento internacional
como um dos principais criatórios do mundo. A genética Jersey que veio ao
Brasil pelas mãos do Ney transformaram a raça em nosso país de maneira muito
significativa. Os jersistas brasileiros estão hoje de luto com o seu
passamento. Que descanse em paz.
CLÁUDIO ARAGON:
Posso dizer, com toda a segurança, que o Ney foi um visionário na raça Jersey.
Seu entusiasmo aliado à sua determinação de fazer sempre o melhor possibilitou
que nós, brasileiros, pudéssemos presenciar a construção do que foi o melhor
rebanho Jersey em qualidade genética do mundo. Teve a possibilidade de importar
o que havia de melhor na raça nos EUA e Canadá. Mas foi muito alem disso, pois
soube criar com maestria e reproduzir esta excelente genética aqui, no nosso
solo. Perdemos um grande entusiasta e construtor da raç Jersey e, mais
importante, perdemos um amigo.
ROBERTO VICENTE LOPES:
Eu iniciei meu trabalho com o Ney em 1989, permanecendo até 1996 quando saí por
problemas com a Sueli em exposição onde outro orientado por mim ganhou algumas
categorias. Após esse período,mantive um ótimo relacionamento com o Ney, mas
sem assessorá-lo. Em 2010 e 2011, quando o casal já estava separado, voltei a
atendê-lo: ainda tinha, na Fazenda, 60 cabeças. Iniciamos novo trabalho mas, 2
anos depois, ele teve que vender tudo. Durante os 7 anos reconheço que ele me
deu condições, aqui e no exterior, de acrescentar conhecimentos para a minha
vida profissional, e tenho que agradecer muito ao Ney por tudo que aprendi
durante esses anos, quando importamos muitas fêmeas top.
CHICO VIEIRA:
Não poderia deixar de homenagear o meu grande amigo Ney,que disponibilizou-nos
produtos das suas grandes vacas – Sheila, Keila, Kika, Sambo Sunny, Shaina,
Viviane, Venancia, Wpçma, Eva, Markut, Wendy, Tynkle, Beatriz, Vinolia, Dulcie,
e muitas outras grandes vacas e famílias - muitas delas foram parar em minhas
mãos.
VAMIRÉ LUIZ SENZ: Ney
foi um herói, bronze olímpico no Japão. Construiu a PANCARY – maior corretora
de transportes do Brasil. Formou a NOGUEIRA MONTANHÊS, sendo campeão nacional
por várias vezes e fomentador da raça Jersey. Ajudou muita gente, foi um
guerreiro.
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| 1992 - gaúchos recepcionados por Ney e Suelly, em sua residência |

























Pena que nao tive a oportunidade de chamá-lo de Pai mesmo ele me apontando aos 5 anos de idade, e me deixando para outra família Aiello depois de que eu tinhas uns 12 anos, mesmo com essa atitude eu o perdoe do fundo do meu coração que ele tenha pedido perdão para Deus por ter feito isso comigo. Guardo no meu coração os momentos que íamos para a fazenda e ficávamos brincando no carro que achava mais vacas nas montanhas. Meu cel e 41 988625957 meu pix e donnianni07@gmail.com nao quero nada so a parte que e de direito de um filho que foi jogado no lixo ou vendido como José
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